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terça-feira, 5 de junho de 2012

Sobre a volta, flores e despedidas.


Eu voltei. Não, não foi uma ação voluntária, muito pelo contrário, fui obrigado a retornar.  Acredito que o significado que estes textos possuem na minha vida vai muito além de um mero exercitar dos meus pensamentos e alcançam um caráter quase que terapêutico. Então, em uma tentativa desesperada de manter minha sanidade, tento expelir o excesso de pensamentos da minha cabeça. Embora eu acredite que seja um em especial que tem causado isso.

A: Aquieta-te!
B: Aquieta-me!

Não era tão simples quanto ela achava. A verdade é que ele nunca entendeu a lógica das interações humanas. Sempre foi complicado para ele demonstrar o oposto do que sentia. Mas, aparentemente, se tu gostas de uma pessoa, tu não podes, de maneira alguma, deixa-la perceber isto. O que é um saco!

Inevitavelmente, explodiu...

B: Sei que te perco cada vez que demonstro isso. Apenas cansei de fingir. Sinto muito, mas não sei gostar menos de você!
(...)
B: E é bem verdade que te quero para hoje, para amanhã, para o dia 12 e os dias depois do dia 12! Mas, cansei. Se não posso tê-la para dizer tais coisas, prefiro não tê-la de forma alguma. E agora que sabe, pode desistir de mim...

E o resultado? Uma flor perfumada, músicas remetendo a lembranças do que não aconteceu, torpedos de celular e muitas frases não ditas. Pois, pelo que parece, existem coisas que o amor não é capaz de vencer. O medo, por exemplo. Que ela tanto esperou que o tempo levasse embora.

Mal sabia tu, guria, que o tempo não levaria teus medos embora; apenas te faria arriscar independente deles...

                                                                                                                          Mateus Alves.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Fim – Agradecido, porém não satisfeito. (Ainda)


Este é o último texto deste blog. Eu poderia escrevê-lo todo sobre como me sinto agradecido pelas pessoas que acompanharam essa jornada. Foi muito bom ouvir sugestões, elogios, e críticas construtivas e destrutivas de vocês. Agradecido, porém não satisfeito.  A proposta do blog ( Somewhere to begin ) era falar sobre relacionamentos de um ponto de partida. Sobre encontrar em outro alguém a solidez necessária para construir uma base de um relacionamento estável. Foram poucos posts aqui, porém o aprendizado não é mensurado baseado na quantidade de textos. Aprendi muito com todos eles. A mais valiosa lição seria...

Só existe um ''lugar para começar’’, dentro de você mesmo.

Sem mais, ponto final. Isso é uma verdade absoluta. Uma vez que, não se trata de encontrar sua outra metade para te completar. Trata-se de ser uma metade completa para, junto com a metade do outro, formar um inteiro. Você não tem o poder de mudar as pessoas ao seu redor, as circunstâncias ao seu redor, entretanto, somos protagonistas da nossa história dotados do poder de direcionar o desenrolar do nosso espetáculo.
 O que você faz agora determina o teu futuro. Reflita sobre algo: Daqui a cinco anos o que você gostaria de ter feito agora? Mecha-se.

Apenas ações tem o poder de mudar histórias.

Viva mais também. Não assista a tua vida passar enquanto você se torna escravo do mundo virtual. Eu estou trabalhando nisso. O importante são teus contatos reais, o virtual é apenas anexo.
Por fim, eu posso afirmar com convicção em minhas palavras que eu ficaria totalmente satisfeito se, você leitor, terminasse essa jornada junto comigo sabendo que...

O ponto de partida para encontrar o amor verdadeiro é sempre em VOCÊ e o momento é sempre o AGORA. (Letras garrafais pois este é o ponto principal do texto.)

Sorte para todos nós.
Mateus Alves. 

Pêssego.


Há quem diga que mudanças só são bem-vindas se o único responsável por elas for você mesmo.  Mas, quando você muda para melhor e sabe que foi graças a uma pessoa na sua vida, não acredito que essas mudanças não sejam tão válidas quanto às outras. Isso se você não muda para aquela pessoa te aceitar e sim porque aquela pessoa te faz querer ser o melhor que você pode ser.
Pêssego, tudo aconteceu tão depressa que parecia que tinha te amparado no ar segundos depois de você libertar-se de sua árvore...

Depois de um tempo, eu quem precisava ser amparado por você...

Este foi o erro: esperei algo que você não estava preparada para proporcionar.  E mais do que isso, deixei você saber dessa tal expectativa. Argumentei das mais variadas formas possíveis e minhas palavras criaram a armadilha que eu não pude evitar. Parecemos até dois estranhos lutando para não deixar transparecer o desconforto em nossas conversas que outrora pareciam fluir sem se importar com o passar do tempo.

Sinto falta de fazê-la rir, sinto falta de sentir como se eu fosse uma parte agradável do seu dia.

Eu sinto falta de nós... Mas eu já caminhei em sua direção e agora você é a única que pode consertar isso, movendo-se na minha também. Embora possa parecer ingênuo, eu acredito que você fará. 

Mateus Alves

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Insônia.


"Eu não sei o que quero, só sei que não quero me afastar dela." O último pensamento que vagou por sua mente momentos antes do cansaço vencer sua insônia. Já era a terceira noite consecutiva de extremo empenho em calar seus pensamentos ao repousar sua cabeça sob o travesseiro. Quando se tratava de relacionamentos, sua racionalidade parecia dar lugar às emoções que ele sempre escolhera viver intensamente. Exceto desta vez. Uma dança de argumentos racionais e emocionais invade sua consciência toda vez que ele fecha os olhos.

Parece estar com o compasso errado... E eu sou o responsável por consertar isso.

Vasculha então sua mente atrás dos primeiros sinais. Afinal, teria sido aquele irritantemente encantador modo de implicar com o que ele dizia? Aquele jeito de olhar que de certa forma o fazia desejar protege-la?  Ou talvez fosse apenas abstinência à sua presença? Não importava mais...

...No atual momento, descobrir se era real é a única maneira de acalmá-lo...

... Entretanto, tê-la em seus braços, era definitivamente a única forma de devolvê-lo a paz.
Mateus Alves. 

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