Eu já lutei muito contra meus medos, até que comecei apenas
a respeitá-los. O medo é injustiçado por nós. O vemos, muitas vezes, como uma
barreira entre o que queremos e nós mesmos, pode até ser, mas o que ninguém
nota na verdade que o medo é uma tentativa desesperada da nossa consciência de
alertar-nos: podemos nos machucar, novamente. Em outras palavras, é nossa
autodefesa programada para ser acionada a cada padrão de comportamento, que
tenhamos registrado na memória, que possa nos levar ao erro e a dor outra vez.
Encaro o medo como o carinho que tenho por mim mesmo, assim como uma pessoa que
se importe com outra tem medo de vê-la triste ou de perdê-la.
Deixar de buscar algo que deseja por medo é burrice. Afinal, em nossas mentes nós tememos resultados já conhecidos, mas as circunstâncias sempre estão mudando. Até mesmo nós já não somos o mesmo de segundos atrás. (Heráclito diria que estou coberto de razão.)
Deixar de buscar algo que deseja por medo é burrice. Afinal, em nossas mentes nós tememos resultados já conhecidos, mas as circunstâncias sempre estão mudando. Até mesmo nós já não somos o mesmo de segundos atrás. (Heráclito diria que estou coberto de razão.)
Arriscar move sua vida...
...e não o tempo, como costuma se dito. Acho irracional a
pessoa que uma vez ferida espera ‘’o tempo por tudo no lugar’’. Porra! Esqueça.
Somente você tem o poder de mudar sua vida. Não fazer nada apenas deixa as
coisas como estão. (Newton definitivamente leria meu blog, rsss.)
E neste final de ano, desejo a você, caro leitor dos meus devaneios literários, tenha medo. Muito medo mesmo. Medo de ficar estagnado, medo de amar alguém e esquecer-se de ti mesmo, medo de deixar o medo te atrapalhar.
E neste final de ano, desejo a você, caro leitor dos meus devaneios literários, tenha medo. Muito medo mesmo. Medo de ficar estagnado, medo de amar alguém e esquecer-se de ti mesmo, medo de deixar o medo te atrapalhar.
Eu estou com medo de ninguém entender o que escrevi hoje,
rsrs.
Feliz Ano Novo!
Mateus Alves

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